|
Calendário de eventos
|
Press Releases
Leilão de novembro de 2007
Exposição
21 a 26 de novembro, das 12 às 21 horas
Atlântica Business Center
Av. Atlântica, 1.130, 4º andar
Copacabana, Rio de Janeiro
Leilão
27, 28 e 29 de novembro, terça, quarta e quinta, 21 horas
Atlântica Business Center
Av. Atlântica, 1.130, 4º andar
Copacabana, Rio de Janeiro
Uma coleção de 155 objetos em prata brasileiros formada ao longo de cinqüenta anos por Thais Mello Lima é o principal destaque do leilão que o Escritório de Arte Soraia Cals realiza em conjunto com Evandro Carneiro Leilões nos dias 27, 28 e 29 de setembro no Atlântica Business Center, em Copacabana. As peças, que serão oferecidas na terceira noite, foram em sua maioria reproduzidas no livro O ofício da prata no Brasil, de Humberto Franceschi (ed. HMF, Rio de Janeiro, 1988), e traçam um perfil da história da ourivesaria no país e sua singularidade, como explica a criadora da coleção em texto o catálogo do leilão:
“Nos países com culturas acadêmicas, em que era necessário cursar todas as etapas das profissões, o ofício da prata obedecia a regras estritas e muito rígidas em questões de estilo, feitura, teor, peso, punções do prateiro e o seu aval. (...) Por ser o controle muito menos rígido no Brasil, houve muito mais espaço para que aqui se desenvolvesse a imaginação criadora, tendo-se moldado o que se pode chamar a Prata Brasileira, em que se fundem os elementos originários e os locais. Além disso, identificam-se, naturalmente, os traços próprios da cultura luso-brasileira, tão comuns a tantos outros setores da nossa atividade. Eu mesma, ao coletar as peças, busquei exemplares que enfatizassem as múltiplas características dessa arte. Não só a fatura, mas também os motivos brasileiros – plantas, animais, objetos de uso local e demais traços salientes da terra – me parecem estar representados nesta coleção.”
Além dessa coleção, serão oferecidas, nos dois primeiros dias, 280 obras de artistas brasileiros e estrangeiros, como Castagneto, Debret, Rugendas, Guignard, Ismael Nery, Djanira e Portinari, com destaque para “Imagem no Oratório”, de Alfredo Volpi, da década de 1940.
No catálogo que acompanha exposição e leilão e reproduz todas as obras oferecidas, o crítico e historiador de arte Frederico Morais estuda, no texto Fotografia como arte: Arte como fotografia, a história da técnica desde sua invenção em 1826 pelo francês Joseph Nicephore Niepce até nossos dias, da resistência inicial dos artistas à novidade (“o refúgio de todos os pintores fracassados, sem talento ou demasiado preguiçosos para concluir seus esboços”, como escreveu Baudelaire), ao momento em que ela mesma passou a influenciar os rumos das outras técnicas.
Maiores informações no Escritório de Arte Soraia Cals, pelos telefones
(21) 2540-0688
(21) 9955-9914
|
|